Unesp e governo do Estado firmam termo para reforma do Cempas, em Botucatu

O prazo do aditamento, no valor de R$ 1.998.272,02, se encerra dia 3 de janeiro de 2018

da Assessoria da Unesp

A Universidade Estadual Paulista (UNESP) e a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania assinaram, dia 13 de abril, segundo termo de aditamento para prorrogação de prazo de 12 meses de convênio que prevê recursos do Fundo Estadual de Interesses Difusos (FID)  para a reforma do Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens da Faculdade de Medicina e Zootecnica na Unesp, câmpus Botucatu. O prazo do aditamento, no valor de R$ 1.998.272,02, se encerra dia 3 de janeiro de 2018. Os próximos passos são abertura dos processos processos de licitação e de contratação das obras.

O termo foi firmado pelo reitor da Unesp, Sergio Roberto Valentini, e pelo presidente do Conselho Gestor do FID, secretário adjunto da Justiça e da Defesa da Cidadania, Luiz Souto Madureira.

O FID é responsável pela aplicação de recursos destinados à reparação dos danos ao meio ambiente, aos bens de valor artísticos, estético, histórico, turístico e paisagístico, ao consumidor, ao contribuinte, às pessoas com deficiência, ao idoso, à saúde pública, à habitação e urbanismo, à cidadania, e a qualquer outro interesse difuso no território do Estado de São Paulo.

Sobre o Cempas
Os objetivos do Cempas da FMVZ são: prestar atendimento especializado nas áreas de clínica, cirurgia e de diagnóstico a animais selvagens em situação de risco, resgatados pelo poder público ou encaminhado pela população; capacitar os profissionais responsáveis por tais resgates (polícia militar ambiental, polícia civil, guarda municipal, corpo de bombeiros, etc.), a fim de garantir a segurança das pessoas envolvidas e aumentar as chances de recuperação do animal; devolver à natureza, sempre que possível, os mesmos (após indicação de locais próprios para este fim por órgãos competentes a tal ato); obter dados para pesquisas na área, a fim de aumentar as chances de sobrevivência e soltura dos animais atendidos; e informar e educar crianças, jovens e adultos das áreas onde ocorreram os problemas, conseguindo assim parceiros voluntários para a preservação da fauna silvestre.

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