Entrega de remédios de alto custo deve ser normalizada até maio em SP

O secretário da Saúde, José Henrique Germann, reconheceu os problemas

da Agência Brasil

Os medicamentos de alto custo para pacientes com doenças graves e transplantados estão em falta em 37 farmácias da rede estadual de saúde de São Paulo. O secretário da Saúde, José Henrique Germann, reconheceu os problemas nos estoques, mas disse que será normalizada até o final de maio.

“Com relação aos medicamentos sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Saúde, temos 47 medicamentos que estão em falta, desses, 34 já estão comprados, com a entrega sendo realizada até metade do mês de maio. E depois, mais 13, com uma nova licitação para o final do mês de maio, e três ainda serão entregues no mês de junho”, informou o secretário, hoje (3), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, na presença do governador João Doria e do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

“No último trimestre de 2018 não houve compra de medicamentos. A partir de janeiro, começamos a licitação e os editais foram colocados no mercado. Esse período, até a aquisição e entrega de medicamentos dura aproximadamente cem dias. Estamos com os editais em execução. Com isso esperamos que até o final de maio teremos apenas três medicamentos com necessidade de compra e esses três estão faltando por falta de matéria prima do fabricante”, disse Germann.