São Manuel escolhe representantes do Conselho Tutelar

Concorreram as 5 vagas do novo Conselho, 16 candidatos, sendo dois homens e catorze mulheres

da Prefeitura de São Manuel

No último domingo, 6, os eleitores do Município aptos a votar escolheram os novos membros do novo Conselho Tutelar, que terá mandado de quatro anos (2020/2023), assumindo em 10/012020, com direito a reeleição. Foram escolhidos através do voto direto cinco novos membros, juntamente com os cinco novos suplentes. A eleição foi realizada na escola municipal “Dr. Augusto Reis”, das 9h às 17h.

Concorreram as 5 vagas do novo Conselho, 16 candidatos, sendo dois homens e catorze mulheres.

A eleição do Conselho Tutelar foi organizada pelo Conselho Municipal dos Diretos da Criança e Adolescente, presidido por Miriam Roveres, com apoio da equipe da Diretora da Promoção Social do Município e supervisão do Ministério Público local, que contou com a presença da promotora Dra. Vivian Correa de Castro Pompermayer Ayres. Após a eleição foi realizada a apuração que foi acompanhada de perto pelos candidatos e fiscais.

Os eleitos foram: 1º) Débora Guirelli 467 votos, 2º Taisa Brombine 336 votos; 3º Fernando Picolo 320 votos; 4º Gisele Massarico 302 votos e 5º) Ana Carolina Cordão 273 votos. Os suplentes ficaram assim definidos: Adriana Godoi 259 votos, Bruna Blanco 244 votos, Taisa Miggiolaro 236 votos, Lilian Arcuri 227, Anderson Quinalha 208 votos, Daysy Carcanha 166 votos e Renata Paravani 155 votos.

QUAIS SÃO AS ATRIBUIÇÕES DOS CONSELHEIROS?

  • Atender e aconselhar os pais ou responsável pelas crianças e adolescentes;
  • Requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança para crianças e adolescentes;
  • Encaminhar ao Ministério Público notícia de fato que constitua infração administrativa ou penal contra os direitos da criança ou adolescente;
  • Requisitar certidões de nascimento e de óbito de criança ou adolescente quando necessário;
  • Representar, em nome da pessoa e da família, contra a violação dos direitos;
  • Representar ao MP, para efeito das ações de perda ou suspensão do poder familiar, após esgotadas as possibilidades de manutenção da criança ou do adolescente junto à família natural.