Tudo em 15 Dias

Nenhum dinheiro do mundo pode aplacar o medo que hoje habita os corações dos seres

Por Paulo Eduardo de Barros Fonseca*

Envolvida na angústia de uma pandemia, a humanidade se vê numa situação única, que traz incertezas de toda ordem, mas que, em contrapartida, propicia a oportunidade de refletir sobre quem somos e o que queremos.

Nesse processo de reflexão, a espiritualidade amiga nos ajuda ao transmitindo mensagens esclarecedoras e motivadoras, tal qual a mensagem que segue, que, embora seja aprófica, faço questão de repassar, pois nos traz importante lição.

Diz a mensagem: “O planeta passa por um momento singular, em 15 dias todas as nações do mundo se ajoelham perante o invisível.

Nenhum dinheiro do mundo pode aplacar o medo que hoje habita os corações dos seres.

A capital do dinheiro finalmente descobre que não é possível comer e respirar o ouro. A cidade luz mergulhada nas trevas.  A cidade eterna parece finalmente condenada a encontrar seu fim.

Enquanto isso o planeta Terra, organismo vivo, aproveita a ausência do homem e se cura. Rios estão ficando cristalinos. O ar está ouro em tudo mundo e as estrelas estão mais visíveis … tudo em 15 dias.

Enquanto a solidariedade se destaca em alguns, outro se exacerbam em seu egoísmo, deixando evidente quem serão os futuros moradores do Terra regenerada.

E que ironia, esse vírus abençoado parece não atacar os animais. O alvo é a espécie humana. Abençoado sim pois não foi ensinado que a dor é grande professora? E quantas lições podem ser aprendidas com essa situação?

Sabemos que para o espírito da matéria é difícil ver as coisas com os olhos da alma, mas creiam o que acontece neste momento é uma oportunidade única que outros homens não tiveram. A guerra nuclear era o carma da raça humana, a autodestruição seu destino, mas este planeta tão amado por Jesus recebeu a chance maravilhosa de ter um chamado diferente, em vez de se autodestruirem para aprenderem a fraternidade se afastarão para aprenderem na dor da solidão a importância do coletivo. Sentirão na faltado contato humano a importância de um abraço, seus contatos virtuais não serão suficientes para aquecer seus corações. Dor, lágrima e sofrimento ainda serão sentidos nos próximos meses, mas feliz daquele que entende este momento sublime.

No mundo espiritual seres elevadíssimos acompanham o momento com atenção e um amor infinito. É finalmente chegada a hora. A Terra amada não será mais a mesma. Se pudessem ver o que vemos, viriam o espetáculo que está sendo a mudança vibratória do planeta. Que força tem a oração, que força tem o pensamento … tudo em 15 dias.

O que não será possível quando essa vibração for perene?

E como é infinito o amor do Cristo. Ele está em cada coração, em cada oração, em cada pensamento. Como um pai que não abandona seu filho. Que ser extraordinário que com um simples raio de seu olhar magnânimo seria capaz de ofuscar o próprio sol e esse ser gigantesco olha para a Terra com piedade e amor.

Então, que motivos existem para ter medo? É um momento de esperança, é momento de mudança. Mudança para uma nova era e também é chegada a hora de espalhar esperança.

Aqueles que têm consciência do atual momento tem a enorme missão de levar esperança aos corações sofredores. Quando todos estiverem com medo da morte, sejam a luz que mostra a vida eterna. Lembrem-se dos primeiros cristãos que aguardando o martírio cantavam e louvavam o Senhor. Enquanto os tiranos de Roma os transformavam em tochas humanas, Jesus os transformava em tochas do espírito, que iluminavam as trevas do medo e da ignorância.

O momento atual é de igual grandeza … sejam semeadoras da esperança.

Bem aventurados o que entendem e aproveitam este momento, pois quando tudo passar serão benvindos ao planeta regenerado.”

Aproveitemos o momento e sejamos partícipes da construção de um mundo mais justo e perfeito.

Paulo Eduardo de Barros Fonseca é vice-presidente do Conselho Curador da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.