Botucatu cria mais de 230 vagas de trabalho em julho, aponta Ministério da Economia

O saldo  é resultante de 1.529 contratações e 1.219 demissões nos cinco principais segmentos econômicos

Por Flávio Fogueral27

Botucatu apresentou novamente desempenho positivo na geração de emprego, ao apresentar saldo de 233 postos de trabalho em julho, conforme divulgado pelo levantamento mensal do Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (CAGED), ferramenta oficial do Ministério da Economia.

O saldo  é resultante de 1.529 contratações e 1.219 demissões nos cinco principais segmentos econômicos.  É o quarto mês seguido de variação positiva quanto a postos de trabalho criados no município, sendo o segundo melhor período do ano, perdendo apenas para maio, quando foram criadas 1.641 oportunidades na economia local. Também é superior ao observado ao mesmo período de 2020, quando o saldo foi a geração de 203 vagas.

Em julho, quatro dos cinco segmentos econômicos registraram saldos positivos quanto à geração de emprego. O maior impacto deu-se no comércio, com a criação de 98 novos postos (366 admissões e 268 demissões), seguido pela agropecuária com 95 vagas (245 contratações e 150 desligamentos), serviços que manteve 43 novas oportunidades (699 admissões e 656 demissões), bem como construção civil, cujo saldo foi de 22 postos, resultantes de 85 admissões e 63 demissões. Único setor a apresentar resultado negativo, a indústria verificou a extinção de 25 vagas em Botucatu no mês de julho, provocadas pela demissão de 159 trabalhadores quanto a 134 admissões.

Por gênero, homens foram os que concentraram maiores saldos de vagas (139) frente mulheres (94). O levantamento do Caged ainda apresenta que os saldos positivos ocorreram mais em pessoas de 18 a 24 anos (181), até 17 anos (34), 30 a 39 anos (25), 50 a 64 anos (8) e de 40 a 49 anos (5). Em contrapartida, as maiores extinções foram em botucatuenses  de 25 a 29 anos (-18) e 65 anos ou mais (-2).

Já por nível de escolaridade, as maiores oportunidades foram abertas a pessoas com Ensino Médio completo (124), seguidas por Fundamental incompleto (82), Médio Incompleto (21), Fundamental Completo (16), Superior Incompleto (13) e Analfabetos (2). No entanto, a maior retração em oportunidades foi encontrada nos trabalhadores com Ensino Superior Completo (-25).